O que eu faço aqui...

O que eu faço aqui é basicamente escrever algumas reviews bem simples e nada pretensiosas de séries de TV e filmes.

sábado, 30 de outubro de 2010

Porque eu vejo um filme e a 34ª Mostra de Cinema de SP


As pessoas vão para o cinema pelos motivos mais diversos possíveis. Pra namorar, por falta do que fazer, pra dormir, pra ser vela de algum amigo. E eventualmente tem aquela galera que realmente quer ver o filme. Mas mesmo dentro desse grupo, as pessoas buscam coisas muito diferentes no cinema. Tem as que preferem se divertir, as que querem mesmo é chorar e afogar as mágoas e, claro, temos os nossos amigos cinéfilos que curtem aqueles filmes bizarros que nem sempre fazem muito sentido, só pela apreciação da arte mesmo.
Eu não sei exatamente se posso ser considerada cinéfila. Tenho serias restrições a respeito de filmes que vão de nada a lugar nenhum só pela diversão da caminhada. Não sou muito chegada em assistir nada que pretenda revolucionar o jeito de filmar, mas que ao mesmo tempo não esteja preocupado em contar uma historia minimamente interessante.
E eu tô falando tudo isso pra que? Porque desde o dia 22 de outubro está acontecendo em São Paulo a 34ª Mostra Internacional de Cinema. E eu já encontrei todos esses tipos de pessoas nas sessões a que fui até agora. Isso me deixou cada vez mais convencida de que eu sou um tipo muito tradicional de espectador. Não no sentido de não gostar de inovações de direção, roteiro, seja lá o que for. Eu gosto. Mais do que gosto, eu adoro. Agora, tudo tem limite nessa vida. Como eu disse, pra mim você pode inovar o quanto quiser, desde que essa inovação seja feita dentro de um contexto, contexto este pelo qual eu possa me interessar, nem que seja só um pouquinho. Pra mim, cinema tem uma função principal muito importante, de que eu não abro mão: contar uma história. Então pra mim, se o filme não conta história nenhuma, não é cinema, é alguma experiência alucinógena ou whatever, mas não é cinema.
Dos filmes que vi até agora (a lista tá ali embaixo), me senti parte de algum projetinho de ciências de diretores pelo menos uma vez.

-       *Reprise
-       *Cleveland VS. Wall Street
-       *Mamma Gogo
-       *Never Let me Go
-       *Aurora
-       *Caterpillar
-       *Vespa
-       *Do amor e outros demônios
-       *Tio Boonmee, que pode recordar suas vidas passadas
-       *O Homem que amava Yngve
-       *Vips
-       *Minha Felicidade

Tomemos como exemplo Aurora. Fui euzinha pro Conjunto Nacional, às 12h de um sábado, sem almoçar, na chuva, tendo dormido só 6 horas, depois de uma viagenzinha até a rodoviária do Tietê pra comprar passagem. Mesmo com tudo isso, eu fui, afinal o filme tava na seleção oficial de Cannes, pô, eu tinha que ver. 
É uma produção romena bem longa, de 181 minutos, que se torna praticamente infinita enquanto você está vendo. Isso porque a coisa é lenta, meus amigos, mas é lenta DEMAIS. E os franceses que me desculpem, mas eu não vi graça nenhuma. 
Pra não dizer que não falei das flores, vamos a uma mini sinopse: temos um cara que se chama – IMDb, me ajude – Viorel. Esse fulano tem uma vida no mínimo estranha. Ele passa horas dentro de um apartamento, transa com uma mulher enquanto a filha dela tá dentro de casa, praticamente vendo os dois se agarrando, enfim. Até aí, ok, tem muita gente esquisita no mundo, plenamente válido. O problema é que o filme fica os seus 181 minutos mostrando cada coisa que o infeliz do Viorel faz. E quando eu digo cada coisa eu quero dizer cada mínimo detalhe. Eu não tive a pachorra de contar, mas garanto que tem sequências inteiras de pelo menos 30 minutos sem nenhuma fala. Se nem um 'oh'.
Como eu já disse, o fulano Viorel é louco. Ele resolve que vai matar uma galera. Mas não é nada assim ‘uau, tenho um plano, vou colocar em ação uma história bem elaborada que vai virar história de TV e cinema e vai ser super legal de assistir’. Não. Ele parece que faz questão de fazer tudo de maneira altamente monótona. 
Então é assim: você vê ele montar a arma. Vê ele testar a arma num colchão. Vê ele dirigir até um hotel, estacionar, arrancar a arma do carro, tentar entrar no hotel (umas 3 vezes), subir escada, descer escada, se esconder, achar o sicrano em que ele quer atirar e, finalmente, sem soltar nem um ‘ah’, matar não só esse fulano, que depois você descobre ser o ex-sogro dele, como também uma mulher que teve a má sorte de estar por perto no momento.
E daí, como se nada tivesse acontecido, ele vai pra casa da mãe, deixa umas coisas lá, arruma umas brigas com o padrasto, vagueia pela cidade – um tempo infinito, diga-se de passagem – e vai pra casa da ex-mulher matar a coitada. E matar o cara que entra pra ver se tinha acontecido alguma coisa com a infeliz, mas isso é um efeito colateral. Simples assim. Daí ele vê um pouco de TV, arruma umas coisas, come um pouco e vai buscar a filha na escola. O.O WTF?
Deixa a filha com uma vizinha da mãe, vai pra delegacia e se entrega, sem mais nem menos. E quando o policial pergunta o que todo mundo quer saber desde o começo da carnificina ‘mas, meu filho, por que diabos você matou essas pessoas?’, o cara não responde. NÃO RESPONDE. E acabam os 181 minutos. Fim.
Tá entendendo porque eu me senti um ratinho de laboratório?

E assim, pode ser que o filme seja bom pra caramba. Provavelmente é o caso. Mas eu não to nem aí. Eu não fui no cinema pra sair de lá com uma espécie de sentimento que diz ‘a vida é mesmo assim, você anda por aí, até que aparece um louco com uma espingarda e te mata’. Pô, eu acho que mereço um pouco mais do que isso, afinal paguei 165 reais pra comprar a credencial da Mostra, caramba.
Então a menos que alguém consiga me explicar qual o real motivo desse filme ter sido feito, além da diversão do pessoal envolvido com a produção e, obviamente, dos cinéfilos malucos, que vão tentar descobrir a roda a partir de cada atitude do Viorel, como sempre acontece, eu continuo achando uma perda de tempo.

Mas nem tudo é ruim, gente. Muito pelo contrario, até agora eu fui em mais filmes bons do que ruins. :D
Eu fui ver Caterpillar logo depois de sair de Aurora, na mesma sala (e, incrivelmente, na exata mesma poltrona, que depois de 3 horas de filme romeno chatopracaralho já tinham ficado com a minha bunda permanentemente marcada). Ta aí um filme totalmente nojento, que mostra como o ser humano pode ser uma coisa estupidamente escrota, e que nem por isso deixa de ser bom, muito bom. É paradão, japonês, da época da 2ª Guerra, enfim, não o seu típico filme blockbuster, bem pelo contrario, mas que ainda assim tem uma historia pra contar.
Foi provavelmente um dos filmes mais tensos que eu já vi. Quando o ‘caterpillar’ aparece pela primeira vez... outch! É um homem sem braços e sem pernas, com uma parte do rosto queimada. E olha que eu tô relativamente acostumada com deficiência, hein? Minha mãe fefz educação especial, portanto eu cresci amiga de alguns deficientes e vendo ela cuidar de outros. Mas o jeito que eles apresentam a figura no filme é bem impactante. Não vou contar detalhes porque espero que alguém tenha a chance de ver antes da Mostra acabar, mas vale a pena, de verdade. Ou pelo menos eu achei que valeu.

Ah, e um mea culpa rapidinho: eu comecei a fazer minha review da season finale de Mad Men, mas daí começou a Mostra e acabou minha vida. Então tenham paciência que em algum momento do futuro essa bendita review vai aparecer. Preciso rever o episódio e sinceramente ainda não tive tempo. Desculpas, de verdade.
Só digo uma coisa: eu adorei.

domingo, 17 de outubro de 2010

IMDb 20 anos

Sabe aquele site que, quando você descobre, parece que o homem pisou na Lua? Você quer contar pra todo mundo como se fosse uma revolução. Foi isso que aconteceu comigo quando eu descobri o IMDb. Hoje, faz 20 anos que ele foi criado e resolvi fazer uma postagenzinha em homenagem a ele, já que revolucionou tanto a minha vida cinéfila.

Os editores organizaram, como todos os bons editores de sites americanos, milhares de coisas nessas semanas de aniversário de 20 anos. Entrevistas com todo tipo de artista, diretor, produtor, roteirista, etc., e, minhas favoritas, as listas de melhores whatever dos últimos 20 anos. O link pra quem quiser conferir essas listas é esse:
http://www.imdb.com/user/ur23892615/lists

Além das listas oficiais que o próprio site criou, alguns associados fizeram suas próprias listas e deixaram disponíveis pra quem quiser opinar. Particularmente, eu gostei mais das listas dos editores. 
Uma das mais justas feitas por eles, na minha opinião, é a de melhores atrizes. E olha que a Meryl nem ficou em primeiro! Ok, foi em segundo, o que não é uma diferença assim tão grande, mas ela perdeu pra Julia Roberts [o.O] então eu diria que estou sendo relativamente imparcial nessa análise. Basicamente, tirando esse probleminha de Roberts > Streep, o resto da lista é praticamente perfeito. Eu só tiraria a Cameron Diaz e a Jennifer Aniston, mas o resto ficaria por lá mesmo.

Dei pulinhos de alegria quando vi a lista de melhores séries dos últimos 20 anos. The Sopranos ficou em primeiro, como não podia deixar de ser, mas Desperate Housewives - que já teve seus momentos de glória mas ultimamente é bem ruinzinha-, Sex and the City, Mad Men e X Files também entraram na lista! E as outras séries também são boas. Law and Order, Seinfield, CSI... só realmente não concordo com American Idol, que pra mim é algo totalmente overrated, mas nem tudo pode ser perfeito.

Bom, não vou ficar aqui explicando cada uma das listas, afinal de contas se fosse pra fazer isso não precisava ter colocado o link ali em cima. Deem uma conferida, se acharem que vale a pena. Other than that, passem no site caso não conheçam, se bem que eu acho altamente improvável que alguém que por acaso venha a ler esse post nunca tenha ouvido falar do IMDb. Mas who knows, nada é impossível nesse mundo.

E amanhã tem season finale de Mad Men, hein! Na verdade hoje, mas só terei tempo de ver o episódio amanhã. Já que essa foi praticamente a única série sobre a qual eu escrevi até agora, podem esperar um review do episódio 13 porque ele vai aparecer, mais cedo ou mais tarde.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Mad Men 4x12 - Fever

So I was thinking about writing something in English, just to practice, and I decided I would do it, considering nobody reads it anyway. So here it goes:

"Trust in me in all you do. Have the faith I have in you."

This pretty much sums up the entire episode. Don Drapper is trying to save SCDP (which, by the way, is already short on one letter, since Cooper left the company at the end of the episode, to my complete and utter astonishment) and he goes a long way in doing so. Our dearly beloved hot looking mad men begins the this hour of TV going on a meeting Faye arranged him with some prospective client. The answer he gets, over and over again, is the same: we'll think about it and let you know in a 6 month period. He starts to panic. The building is going down and he NEEDS to do something. So he simply writes the NYT a letter saying him and his company won't be doing adds for tobacco companies anymore. Lucky Strike was what ruined his bussiness, so what could be better than saying it wasn't them who ditched SCDP, but SCDP who ditched them?
All of the other partners learn about the letter the next morning, completly out of nowhere. And Don's attitude is the best. He just walks in the room with that "call me crazy but I saved this place" look on his face. And he truly believes he did, expecting everybody else to just "trust him".

For us, who live in the 2000's, it's easier to see it actually CAN work out. But for those 1960's cigarette smoking guys, it just seems plain stupid. And the nice thing is the only ones who don't totally freak out over it are Peggy and Meggie, the girls. 
Roger is relieved, as he himself says, because the blame for destroying the company is no longer his to take. Cooper goes nuts and leaves the building - and the partnership, for that matter. Lane is mostly just worried about his family. And his british-self won't let much be noticed. Pete, however, is in trouble. He doesn't have the necessary amount of money SCDP will be needing for the bank loan that will keep the company alive. He fights with Trudy over it, gets really mad at everybody and then... the unthinkable happens. Or at least what I thought to be unthinkable: he finds out via Lane gossip that Don has paid his share. DON helping PETE. Fine, their relationship has grown, I can't deny that, but grown this much? I wouldn' think so before this episode and aparrently, neither would Pete. He looked truly surprised when Lane told him about it.

Meanwhile, Sally's world is falling apart. Even though her therapist congratulates her on her recently acquired ability to deal with her mother, Betty is still disappointed at her daughter, especially after she finds out she has been hanging out with the "creepy boy" who once crashed the Drapper's ops, my fault, the Francis' home.
If that wasn't bad enough, blond monster mom decides the family is finally moving out of their house - which is actually Don's house - much to Henry's happiness and Sally's despair.

Random Musings (this title is inspired in Automn Tysko's reviews)

  • I must say I hate Betty more each day. The woman simply HATES kids, as creepy boy so cleverly pointed out, and enjoys destroying her own daughter's life! I just can't believe she hasn't realised how much Sally hates her and how much of that hate is completly justified. C'mon, Betty isn't THAT naive.
  • What's going on with Faye's wardrobe? It gets worse by the minute, geez.
  • And that season one recall moment? I still have to elaborate on that before I can say anything, but I like the idea, that's for sure.
  • Need to say I can't believe how incredibly stuning Don looks. Maybe it's a result of being around not so pretty women like Faye, who I believe to be kinda weird, and Meggie, whose teeth I've already talked about before.
  • As the beginning of this review already induces, I loved the credit song. Very well picked.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Mad Men 4x11 - Chinese Wall

Então falemos de Mad Men, já que essa é uma das séries que mais está me surpreendendo nessa temporada.

Esse episódio finalmente revelou para a agência toda o que o Roger estava escondendo até mesmo do Don: Lucky Strike, responsável por 50% do capital da SCDP, mudou de representante. E como tudo em Mad Men, uma mudança sempre vem acompanhada de muitas outras. Essa é uma das coisas que eu mais gosto na série, por sinal, como tudo parece concatenado e, ao mesmo tempo, como são as sutilezas que fazem a diferença.

Por isso, quando a Peggy finalmente resolve ceder aos encantos (?) do moço do bar/bilhete inconveniente/e agora da praia. Uma bela de uma mudança, considerando a reação que ela teve na semana passada com a poesia que o coitado escreveu. Mas o legal não é o hook-up em si e sim o que acontece no escritório por conta do humor especialmente "feliz" e, digamos, fogoso de Mrs. Olson. Ela fica tão maluquinha que acaba atraindo atenção demais e fazendo com que o Dan (aquele que trabalha com ela no departamento de arte) também fique excitadinho e tente partir pra cima dela. De novo.

E sobre a eterna relação entre o Roger e a Joan, esse episódio é mais um capítulo da jornada. É um tal de vai e volta, vai e volta, vai e volta... às vezes eu me canso. E vamos combinar que já está mais do que claro pra todo mundo que eles só vão ser felizes se ficarem juntos. Mas aqui temos um break-up um pouco mais definitivo. Ao mesmo tempo, fica cada vez mais evidente que ele fez a maior burrada EVAH casando com aquele songa-monga da Jane. Pelo menos com a primeira esposa ele tinha uma família, filhos, algo pra mantê-lo feliz e ocupado. E agora, o que ele tem? Nada. Só o livro que acabou de escrever e que só foi publicado por conta dos contatos. Enfim, eu vejo o Steerling further and further away da SCDP. Eu não sei quanto tempo mais ele vai aguentar na agência, sendo que nada mais parece prendê-lo lá: Joan está tentando ficar casada e fiel ao marido, Lucky Strike foi pro beleléu e até mesmo a relação dele com os outros partners parece bem deteriorada.

E a última (e mais interessante) parte da história é a do Don, como sempre. Por conta do stress todo da Lucky Strike, ele acaba brigando com a Faye, já que ela se recusa a usar os contatos que tem por conta do trabalho para conseguir alguns clientes para a SCDP. Eis que ele resolve ficar até mais tarde trabalhando e a Megan (a secretária nova, que antes ficava na recpeção), uma moça com dentes altamente bizarros, decide contar a história da vida dela pro Don e revelar que é uma artista e que quer trabalhar com ele não meramente como secretária, mas fazendo propagandas. E ela sabe seduzir. Vai falar bem do comercial que é a menina dos olhos do Don. Uma chance pra você adivinhar o que acontece. Sim, acertou, eles acabam juntinhos no sofá. Até aí, ok. O bacana é que o Don vai pra casa e encontra quem? A Faye, que vem toda meiga pedir desculpas e dizer que conseguiu um cliente pra ele. E daí fica aquele clima fantástico e acaba o episódio, claro.

As always, as atuações foram ótimas. Eu gosto muito de ver o AngryDon em ação, então adorei ele brigando com todo mundo e atirando coisas por aí. Mas o que eu mais gostei desse episódio foi a cena do Pete descobrindo que a filha tinha nascido. No meio de toda aquela bagunça sobre clientes e contas sendo canceladas, veio uma boa notícia: nasceu a filha de um dos partners. E como é que todo mundo reaje? Com um "congratulations" e só! Aquilo foi tão... seco. Me deu uma má impressão terrível mas foi uma cena muito bem colocada.

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Comentários aleatórios:

- Me diverti horrores com o guarda-roupa de banho da Peggy.

- Alguém me explica porque os dentes da Maggie são tão esquisitos. Ela tem tipo um complexo de Madonna ou o quê?

- Qual é a da capa do livro do Roger? Gee, aquilo tava mesmo muito esquisito!

terça-feira, 24 de agosto de 2010

True Blood - 3x10 - I Smell a Rat

Pois é, estamos chegando ao fim da (ótima) temporada de True Blood. A sorte é que setembro está logo aí e as seasons premieres começam em breve, então eu não vou ficar desesperada procurando o que assistir.
Enfim, a HBO continua fazendo um bom trabalho, imo. Tá bom que essa história de vampiros já está enchendo o saco, por culpa dessa desgraça de Saga Crepúsculo, que nada mais é que uma cópia muitíssimo mal feita de vários livros anteriores, inclusive os livros nos quais True Blood se baseia. Mas não vamos perder tempo falando de Edward, pelamor de deus.
A verdade é que [spoiler] finalmente descobrimos o que a Sookie é. Uma fada. E eu disse pra não perdermos tempo falando do Edward, mas não pude deixar de rir quando pensei que o Edward parece muito mais com uma fada do que a Sookie. Ela faz sexo selvagem 24/7, tem uma queda secreta pelo gatissíssimo do Eric, chupa sangue o tempo inteiro e tudo o que acontece na vida dela acontece à noite. Já o nosso amigo desprovido de qualquer charme - e se alguma crepusculete ler isso aqui eu provavelmente serei xingada até a minha 7ª geração - BRILHA! Onde já se viu um vampiro que brilha no sol ao invés de se queimar?! Pois é, Stephenie Meyer novamente nos surpreende com a sua falta de coerência.

Tá, eu juro que vou parar de falar mal de Twilight. Pelo menos por enquanto.

E agora que sabemos a origem da Sookie, resta saber se o Bill é mesmo do bem ou se ele só queria descobrir a identidade dela, chupar o sangue de fada e voltar pra sua vida de andarilho. Eu, particularmente, acho que a Sookie tinha mais é que dar uns pegas no Eric. Pô, o cara é maravilhoso e dá bola pra ela! o.O Tá esperando o quê?

Seja lá como acabe essa temporada, o Alan Ball tá fazendo um trabalho muito competente e Bon Temps tá se tornando realmente um lugarzinho macabro e interessante. Pra ser sincera, eu passei a gostar muito mais da série nas duas últimas temporadas. Antes eu achava boa, afinal isso é indiscutível, mas não me atraía muito. Agora eu realmente chego em casa na segunda-feira e vou correndo baixar o episódio novo. É fato que eu ainda dou preferência pra Mad Men, mas também, competir com o Don Drapper é muito injusto.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Explicando...

Então, eu criei esse blog por um motivo muito simples: adoro séries e cinema e vivo procurando sites com reviews, recaps, críticas ou seja lá o que for. O problema é que a quantidade de coisa boa que eu acho não é exatamente muito expressiva. Isso não quer dizer que qualquer coisa que eu vá escrever aqui possa ser considerada BOA. É só que eu resolvi dar a minha opinião, já que aparentemente é isso o que as pessoas fazem nos blogs da vida. Por isso, esse é só mais um blog no mundo, não é um projeto de vida, não é pra ficar milionária (se bem que não seria má ideia), não tem a pretensão de ser atualizado todo dia (só quando der). Eu sou só mais uma das muitas pessoas que acham que podem fazer alguma diferença postando o que pensam. Provavelmente isso é burrice, mas enfim.

Pra começar, deixa eu explicar mais ou menos o que eu assisto:

TV - as séries que eu acompanho não são muitas. House, Desperate Housewives, The Good Wife, Gossip Girl, Glee, True Blood, Mad Men, Damages.
Eventualmente eu assisto uns episódio perdidos de CSI, Law & Order, essas coisas que todo mundo faz.
Eu já vi vários seriados, a maioria deles que já acabou. Tento assistir àqueles mais consagrados, pra poder dar pitaco mesmo.

Cinema - sou fã incondicional da Meryl Diva Streep. Isso quer dizer que falar mal dela é absolutamente inútil quando eu estou presente. Vou dar um jeito de defender, acredite. Mesmo se você estiver falando de She Devil.
Gosto de cinema arte, mas não é só isso que eu vejo, não. Nada contra o bom e velho blockbuster. Afinal, a vida já é complicada demais, a gente precisa de guilty pleasure.

É isso. Vamos ver se eu posto alguma coisa sobre True Blood e Mad Men esses dias, já que estamos em "férias" das outras séries.


Meryl Streep como Miranda Priestly em O Diabo Veste Prada. Fodástica.